20 de set. de 2015
Eu me enxergo, eu me amo
Depoimento emocionante de Carla Jeanyne Póvoas, da Central Maceió
(antes e durante)
(antes e durante)
(antes e durante)
É.... finalmente cheguei aos dois dígitos tão esperado. Só sabe a ansiedade e a luta quem passa por isso. Em 7 meses de bariátrica já eliminei 44 quilos.
As pessoas falam que perder peso é fácil. Eu
bato palmas de pé para quem consegue, porque eu nunca consegui. Tomei fórmulas a vida toda para perder peso. O pior cego é aquele que não enxerga, ne? Então, eu era assim. Não
me via obesa, gorda. Na verdade, eu não me via. Eu amava os outros demais e não
conseguia me amar. Cheguei ao ponto de ir em uma psicóloga. E foi ela quem abriu
meus olhos. Ela me disse que o problema era que eu não me enxergava. E aquilo ficou na minha mente... Quando comecei a passar
muito mal, ir aos médicos, fazer exames, os resultados vieram e era sempre a mesma coisa: O PROBLEMA É
A GORDURA. VOCÊ É GORDA. VOCÊ É OBESA.
Um dia, a minha psicóloga disse: Carla, vamos causar? Vamos nos preparar para bariátrica? Vamos mostrar a quem diz que você não é
capaz que você entrará nessa, fará a cirurgia e vai se superar?!
Foi quando procurei a minha mãe e contei o caso. E ela disse, meio desconfiada, que eu sempre desistia de tudo. Ela me disse: faça, minha filha, esta cirurgia, que eu entro de cabeça com você.
E eu só precisava disso: apoio dos meus pais e família.
E aí comecei minha luta.
Uns zombavam. Outros duvidavam. Outros nem
acreditavam.
Todas as etapas, todas mesmo, fiz SOZINHA.
Cada LAUDO que peguei era uma conquista ÚNICA.
Quantas vezes fui sozinha comemorar e chorar no
banheiro do Hapvida? MUITAS.
E aí comecei a ficar metida (risos). Dra. Cinthia dizia: você vai passar por isso. E eu falava: eu passo. Você nunca mais comerá isso. E
eu dizia: não como.
Um dia, chegou a tão esperada cirurgia. No dia de
ir viajar para operar caiu a ficha. "Nossa, vou para Salvador sem pai, mãe, filhos,
marido, irmãos. Vou passar mais esse processo SOZINHA". (todos me apoiavam mas estavam ocupados e não podiam ir comigo na época).
E aí lembrei o que a psicóloga disse: Carla, toda Vitória tem
um preço, você é guerreira, você chegou até aqui com toda essa garra e agora vai
fraquejar?! MOSTRE QUE VOCÊ É A CARLA QUE MUITOS NÃO CONHECEM. ENFRENTE ESSA SÓ
MAIS UMA VEZ. PORQUE É POR ELES QUE VOCÊ ESTÁ SE CUIDANDO...
Oxe, fui embora na hora.
Porque, na verdade, a minha cirurgia o objetivo era
saúde. Totalmente. Deus sabe que eu nunca faria para ser gostosa.. Mas se ele
me deixar gostosa... Kkkkk.. eu agradeço... kkkkkkkk
Foi aí que descobri que realmente eu não amava
ninguém, porque quem não se ama, não tem capacidade de amar o próximo.
É... passei
por todo processo sem nunca ter sequer dado um trabalho a ninguém. Nunca
passei mal que precisasse ser internada. Às vezes, passei um enjoo ou
vômito, mas foi porque não segui as regras e aí tive as consequências.
Hoje, com 7 meses de cirurgia, eliminados 44 quilos
só tenho a dizer o seguinte: APRENDI A ME AMAR COM FORÇA. APRENDI QUE SOU
GUERREIRA. QUE NÃO PRECISAVA NINGUÉM PARA ME ELOGIAR PORQUE SEI QUE SOU TUDO DE POSITIVO
NESSA VIDA. QUE EU SOU AQUILO QUE QUERO SER. BASTA EU QUERER.
E nesse caminho que estou trilhando a Vitória é
do Senhor que me dá forças para cada dia continuar.
11 de set. de 2015
Agora a cirurgia está começando de verdade
Depoimento de Bernardo Oliveira, operado da Central Salvador
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1 ano de cirurgia já completei. Já são 60 kg perdidos.
Consegui bater a minha meta pessoal e agora a cirurgia
só tá começando de verdade. Muita força e foco para manter a alimentação e a
atividade física regular.
Agradeço pela oportunidade que tive em fazer essa cirurgia
e todo os benefícios que ela me trouxe.
Indico a todos, e se soubesse, teria feito
antes. Continuo agradecendo pelo apoio a minha família, mãe, pai, vó, irmão,
cunhada e todos os outros não tão próximos. Obrigado também a @viimartins que me ajudou em metade do tempo desse processo e
me ajuda no meu dia a dia. Toda equipe da Central da Obesidade e o Dr. Guto
Melo. A @leolbcheiro por ter quase me empurrado pra mesa de cirurgia, obrigado
pelo incentivo. E vamos nessa!
3 de set. de 2015
Servindo de inspiração
Depoimento da operada da Central Salvador: Amanda Melo
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Dois anos se
passaram e 34 kg eliminados. Eu sei que a luta ainda é grande, mas o resultado graças a Deus, está
sendo o melhor pra mim.
Não operei por estética, isso é só a
consequência... Minha saúde hoje é melhor que há dois anos.
Me sinto mais leve, sem
crises de coluna e dores nos joelhos. Este sim era o fruto que desejei
colher: mais saúde e qualidade de vida.
Sempre agradeço a Deus por me permitir
estar aqui contando a minha luta; aos meus familiares, em especial minha mãe
que foi a primeira a saber da sugestão da médica; aos amigos que apoiaram; aos que
não apoiaram.
Agradeço ao meu marido
Luciano Melo, a minha linda e competente endocrinologista Dra. Sandra Maiana, que, com todo seu carinho e amor, tentou me ajudar no emagrecimento, mas depois de
longos três anos me sugeriu a bariátrica.
Muito obrigada ao querido Dr. Marcelo de Luna, meu
especialista em coluna, que me mega apoiou nesta decisão, e tenho certeza que
foi a mais acertada (as crises de colunas quase desapareceram). Agradeço a minha
competente professora de pilates, Tatiane Casal, que me ajuda a tonificar as
“pelancas” (e olha que está conseguindo).
Não posso esquecer da equipe competente
da central da Obesidade, a Maísa, a Rita, Normasi, Patrícia Paiva, Patrícia
Sobral, Vilma, Aline Paim, a todas as outras pessoas que me ajudaram enquanto
era pré-operatório, cheia de dúvidas, e se tornaram novas amigas.
Enfim... fui em busca de
um cirurgião e o destino me apresentou Dr. Carlos Mello. A partir daí começou a peregrinação com
consultas, exames, todo aquele trâmite que conhecemos...
Dia 18 de
setembro de 2013 foi o dia D para mim. Acordei mega feliz por que a mudança começaria naquele dia
fatídico. Apesar de ter como objetivo a melhoria da qualidade de vida, eu fico
extremamente feliz em sair do manequim 52 para o 42. Hoje, posso usar o que gosto,
antes tinha que copiar o modelo e mandar fazer. Sair do 110kg para 76,5kg é uma
grande vitória, mas a batalha começa agora: manter esse peso.
O melhor de tudo é
servir de inspiração para as pessoas, como minhas amigas Carine Matos, Ana Cristina Cardoso e Márcia.
23 de ago. de 2015
Além do que eu esperava
Depoimento de Kercya Rodrigues, paciente da Central Fortaleza
(antes e durante)
(antes e durante)
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Tenho 7 meses que operei de bariátrica.
Hoje, tenho de volta minha saúde, minha autoestima e minha felicidade, como há muito tempo não tinha.
Estou a cada dia melhor
e melhor. É muito além do que eu esperava.
Meu peso inicial era de 101,2 kg, já eliminei 35 kg, e hoje ainda visto TAM 42.
Talvez pra algumas pessoas isso não
signifique nada, mas, para quem é obeso como eu era, isso é tudo.
Não me canso de
agradecer à Deus pelo sucesso da minha cirurgia, ao meu anjo chamado Dr. Carlos
Augusto, à minha família, à Dra. Zely Oliveira,
à Dra. Vera, à Emily Medeiros, aos meus amigos e todos que sempre torceram
por mim.
16 de ago. de 2015
Mudei meus hábitos
Depoimento de Edna Santos, operada da Central de Fortaleza
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(antes e durante)
(durante)
Tenho 01 ano e 03 meses de mudanças. São 30 kg perdidos.
Saí do manequim 48 para o 38.
Mudei meus hábitos.
A bariátrica foi a melhor decisão que já tomei na minha vida.
O que mudou? Minha autoestima principalmente. Hoje, me sinto muito mais segura e confiante. Mudou tudo. Claro que tenho que melhorar muito, pois a gente opera mas a luta continua, é para vida toda.
Hoje sei que foi a melhor coisa que fiz na vida, posso subir escada, andar de salto, cruzar as pernas rsrs, e o melhor de tudo, não sou mais hipertensa, nem tomo mais remédio para tireoide. Hoje, só tomo a vitamina.
Sou realmente uma outra pessoa, muito mais feliz. E detalhe: usando 38 kkkk Sair do 48 pro 38 é um sonho! E é meu sonho!
10 de ago. de 2015
Me amando mais
Depoimento de Meire Julião, paciente da Central Fortaleza
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Já são 8
meses de cirurgia bariátrica e 30 kg eliminados. Nem acredito! Como passa rápido!
Comemoro com muita alegria o quanto Deus me
ama. Acredito que esta grande mudança, que aconteceu no meu corpo, mudou também
o meu modo de ver o mundo e as pessoas.
Mas também vejo que continuo sendo a
mesma pessoa sentimental, amiga para todas as horas e, claro, me amando mais.
Têm pessoas
que amo muito que dizem que não sou mais a mesma. Estão enganadas. Só que antes
amava primeiro o outro e esquecia de mim. E hoje vejo que se não me amar primeiro não tenho como amar o próximo.
Obrigada meu Deus por ter colocado pessoas na
minha vida para me ajudar nesta nova jornada. Agradeço o carinho da Dra. Zely Oliveira (psicóloga) e a Nay Nascimento (nutricionista e operada da Central) que nunca me
deixaram sentir que estava só.
Obrigada, Nay, pelas dicas. Obrigada a todos que
estão nesta mesma situação de novas descobertas. Que possamos descobrir o amor
próprio e, também, que as pessoas que amamos nos entendam.
É tudo novo, estou
tentando colocar em ordem os sentimentos e ideias. Mas Deus vai me ajudar a
tirar de letra.
2 de ago. de 2015
Nunca vou esquecer de tudo o que passei
Depoimento de Pam Martins, operada da Central (Santo Antonio de Jesus/ BA)
(antes)
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(Pam e seu filho)
Nunca fui uma criança cheinha, mas sempre fui comilona. Minha mãe sempre me
regulava em relação a comida. Sempre mantive um peso normal. Morava em Santa
Catarina e quando me casei fui morar em São Paulo. A partir dali comecei a
adquirir peso, logo em seguida engravidei e achei que poderia comer tudo só porque estava grávida. Este foi o meu maior erro. E dos 70 kg que já estava cheguei
aos 102 no dia do parto.
Tive meu filho, amamentei muito, emagreci pouco. Cheguei aos 90 kg. Me mudei para a Bahia e fiz acompanhamento com
endocrinologista e nutricionista, mas em vão: emagrecia e engordava.
Enfim, cheguei aos 108 kg. Já não conseguia caminhar, meus joelhos doíam, não conseguia
dormir, tinha apneia do sono e várias paradas respiratórias e afogamentos
noturnos. Não conseguia acompanhar meu filho que
tinha 4 anos, mais custei a querer operar. Fui ao ortopedista, pois não
aguentava mais as dores e ele me passou um laudo com indicação da bariátrica, ali eu já
estava com fortes inflamações nos joelhos, escoliose e artrose devido a
obesidade, mas ainda sem decidir se queria ou não operar de bariátrica.
Decidi
conversar com meu endocrinologista Dr. Marcos Túlio e ele me indicou uma
consulta com Dr Carlos Augusto. Aguardei quase um mês de consulta, pois moro em
Santo Antônio de Jesus (Bahia) e o Dr. Carlos Augusto mora em Salvador e vem 1 vez ao
mês atender aqui na minha cidade. Eu sempre tinha uma imagem da cirurgia “vou
passar muito mal, vou vomitar demais e não vou conseguir comer arroz e carne”... Chegou o dia da consulta, conversei com Dr. Carlos como estava a minha vida, e chorei
muito, (senti muito medo de morrer devido a obesidade). Achava que ele não iria
querer me operar e nada iria dar certo...
Aí veio a luz ao fim do túnel, ele me
passou uma bateria de exames, conversou comigo, me acalmou e então fui fazer
os exames. Em 2 meses já tinha feito todos, com 3 meses estava indo para a mesa
de cirurgia e aí veio o pós-operatório... Me preparei muito psicologicamente, levei tranquilo
os dias de dieta liquida, senti falta de morder e mordia o bico da garrafinha
de tanto desespero. Sonhava com churrasco, lanches, coca-cola.. Dr. Carlos me falava que era normal, que isso era minha cabeça tentando me boicotar.
Na dieta
pastosa foi tranquilo e aí chegou meu pior pesadelo: a dieta sólida. Estava com muito medo de vomitar,
de passar mal, de ter fístula... mas então me surpreendi, não passei mal
com nada! Valeram as consultas com a psicóloga e a fonoaudióloga. Até aprendi a
mastigar corretamente!
Com 15 dias de operada, além de magra, refiz os exames
e não tinha mais nada: nem gordura no fígado! Meu marido me acordava de
madrugada perguntando se eu estava viva (risos). Eu também não roncava mais e isso
assustava ele.
Cheguei aos meus 6 meses de operada com a noticia que eu estava de
mudança ao Rio de Janeiro. Fiquei com medo dessas mudanças, mas fui firme e forte. Dr. Carlos nunca
deixou de me atender, sempre tirou minhas dúvidas, me acompanhou pelo telefone
e isso me deixou segura.
Hoje estou novamente na Bahia, com 2 anos e 9 meses de
operada, sem dores, alimentação equilibrada, peso estabilizado ha mais de 1 ano. Ouço críticas ainda: "essa aí não sei para que operou para viver de natureba". Vivo de alimentação saudável sim, com muito orgulho, como um doce de vez em quando ou uma pizza, mas hoje sou movida à comida, em sua maioria, integral, e de frutas, legumes, etc. E tenho muito
ORGULHO de ter mudado, sofri muito e jamais esquecerei de tudo que passei
devido a obesidade.
Eu gostaria de agradecer essa equipe 10 que é a Central da Obesidade. Hoje, tenho minha vida de volta, a obesidade me deixou sequelas, sofro com dores na
escoliose e artrose até hoje, mas eu nunca vou esquecer de tudo que passei, de
todos que me apoiaram!
Me Chamo Pamella, moro em Santo Antônio de Jesus/BA. Meu peso antes de operar era 108 kg e meu peso atual é 67 kg.
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